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En ese post, voy a darle algunos consejos e ideas de actividades para trabajar en la clase de ELE.
Pude utilizar con otros temas. Para esa clase, aplique con alumnos de nivel A2-B1 en una hora. ¡Bueno trabajo!

1. En esa clase, nuestro objetivo será practicar el vocabulario de viajes. Para eso, el alumno ya deberá visto ese vocabulario. Así, vamos a practicar y a realizar una tarea escrita.
2. De primero, empezar la clase con un juego tecnológico muy divertido: Kahoot. Es un juego de preguntas y respuestas, que puede ser jugado individualmente, en parejas u grupos (eso depende de la talla de su clase). Separamos ese con el vocabulario temático, pero usted puede hacer su proprio. Link: www.kahoot.com
3. Después, va a proponer a sus alumnos la creación de una wiki con lugares de viajes. Ellos deben seleccionar hotspots y escribir un poco sobre ellos. La tarea puede ser creada colaborativamente, pero es esencial que dialogue con sus alumnos una cantidad de lugares. Les recomiendo 10 al menos. También incentive a usaren lugares cerca y postaren en https://wikitravel.org/
4. ¡Manos a la obra! ¡Acción! Ciertamente, sus alumnos están acostumbrados con video en rede. Ahora, van a grabar uno hablando de unos de los lugares explorados en la actividad anterior. Después, súbalos a YouTube y comparta con los alumnos de otras turmas. Pude pedirlos para comentar también, motivando los actores. Abajo, un exemplo:



Bueno trabajo.




O Brasil acaba de passar por uma das crises mais drásticas da sua história, senão a pior. Muitos brasileiros perderam o seu trabalho e estão lutando com todas as forças pela recolocação. Dados do Ministério do Trabalho e do Emprego de dezembro de 2017 mostram que aproximadamente 10 milhões ainda estão desempregados. Apesar das grandes perdas, essa situação nos deixa algumas lições, afinal, toda situação vivida nos é passível de ensinar algo.
O brasileiro nunca foi um cidadão preocupado com o futuro. E isso quem diz é a OIT, Organização Internacional do Trabalho, vinculada às Nações Unidas. A preocupação maior sempre foi com o aqui e agora e não com o amanhã. Isso se reflete nos baixos índices de escolaridade do país e da nossa cidade, já que em terras de Portinari a situação não é muito diferente.
Dados oficiais do MEC/ DIEESE de 2015 mostram que Brodowski é a cidade com o maior número de analfabetos ou semianalfabetos da região. Isso tem uma influência muito grande na geração de renda da cidade, atrapalhando o crescimento econômico. Estima-se que a cidade perde entre 8 e 10 milhões de reais anuais por conta da falta de leitura e escrita da população.
Outro fator importante é o conhecimento de línguas estrangeiras, sobretudo a língua inglesa. Menos de 0,5% da população consegue se expressar nesse idioma e apenas 0,013% possuem algum certificado internacional de inglês. Esses dados foram levantados junto às instituições que aplicam as provas, como a Cambridge e o TOEFL, por buscas em seus sistemas.
Há dois anos, atuo como professor de Planejamento de Carreira e Sucesso Profissional no curso de Administração de uma renomada universidade de Ribeirão Preto. Pode-se afirmar que a falta de educação formal da nossa população é o fator principal para um ponto culminante em tempos de crise: a empregabilidade. Há várias definições para este termo, mas a de Chiavenatto, grande mestre das ciências administrativas, nos é mais simples e direta: é o conhecimento que um indivíduo dispõe de forma a se manter empregado no mercado de trabalho e de se atualizar constantemente, por meio de processos formais, de maneira a aumentar seu valor ao mercado, ou seja, requerendo mais dinheiro de seu chefe por suas habilidades.

É ímpar afirmar que principalmente depois dos anos 1990, o mundo passa por uma revolução de grandes proporções. A era de ter mais para mandar mais está com seus dias contados, em detrimento da era de quem sabe mais pode mais. Sendo assim, como ficará nossa cidade neste cenário que se arquiteta? Só se vê jovens deixando as escolas e quase nada se faz para melhorar a educação pública, principalmente. 


  • Atualmente, o aprendizado de uma segunda língua é fundamental, falar um outro idioma no mundo globalizado ajuda a ampliar seus conhecimentos e traz muitos benefícios. As escolas já incluíram línguas estrangeiras no currículo. O fato é que as crianças apresentam facilidade para idiomas. Muitos pais se perguntam com qual idade o filho deve aprender, eles ficam preocupados com o ensino de uma língua estrangeira na infância, com receio que os filhos tenham dificuldades para assimilar a segunda língua e até mesmo que possa atrapalhar o aprendizado da língua materna.
    Temos que ter em mente que outro idioma desperta a curiosidade e instiga a criança, portanto, não pode ser vista como ameaça ao desenvolvimento. Os especialistas garantem que as crianças estão aptas a aprender mais de um idioma ao mesmo tempo sem prejuízo à sua capacidade de comunicação.
  • Aprendendo inglês na infância

    Quando uma criança estuda inglês, ela estimula as suas funções cognitivas, o que, consequentemente, facilita o aprendizado de outras disciplinas. O aprendizado da língua inglesa traz inúmeros benefícios para todas as faixas etárias, mas é necessário ficar atento para que o aprendizado ocorra de maneira natural e que se desperte o desejo de aprender sem cobranças. As crianças tendem a aprender com mais facilidade em situações em que possam experimentar.
  • A sala de aula

    A escolha do material didático é uma tarefa importante para boa aprendizagem dos alunos, respeitando o potencial e habilidades. As aulas precisam ser lúdicas, estimular, motivar e incentivar, com metodologias adequadas, como o uso de jogos, brinquedos, imagens. Dessa forma, desenvolvem também outras funções primordiais, tais como motricidade, percepção sensorial, pensamento, linguagem, concentração, criatividade e interação social.
  • A idade certa

    Quanto mais cedo o estudo de línguas estrangeiras começar, maiores serão os benefícios e a capacidade de aprendizado. Apesar de a infância ser a melhor fase para aprender outro idioma, é possível obter fluência também na fase adulta, basta escolher métodos apropriados e o ensino adequado. Se você tem a oportunidade de aprender uma segunda língua, vá em frente! Você só terá a ganhar com o aprendizado.
  • Escolas de franquia, a melhor opção

  • Essas escolas são a melhor opção para se aprender inglês em qualquer etapa da vida. Por responderem a uma matriz, seu padrão de qualidade é mais alto do que escolas ditas de bandeira branca. além do mais, em tempos de globalização, não custa nada mudar de cidade, possibilitando a transferência do curso para outra unidade da rede. Redes grandes têm a sua operação bastante padronizada, o que garante um ensino de melhor qualidade e certificada por instituições internacionais.


Franquias de escola de inglês têm vantagens em relação às escolas “bandeira branca”

As escolas de inglês estão por todo o lado, mas nem sempre ostentam a marca de uma franquia de curso de idiomas confiável. Muitas vezes, elas nascem da iniciativa de pessoas que decidem abrir uma escola e captar alunos das redondezas, normalmente atraídos por preços convidativos.

Essas escolas são denominadas “bandeira branca” porque não possuem vínculo com nenhuma franquia – o que significa que não têm processos administrativos e metodológicos estruturados, e ensinam a partir de livros didáticos disponíveis para venda em livrarias especializadas. Quando se opta por estudar em uma escola assim, paga-se menos, uma vez que os custos de operação são inferiores ao de escolas franqueadas.

É importante compreender, porém, que o valor repassado aos clientes que estudam em uma franquia de escola de idiomas compreende parte do valor agregado que as pessoas adquirem quando se matriculam em um curso de inglês: a garantia de um ensino de qualidade, que as franquias buscam por meio de estudos e desenvolvimento de sua metodologia, a fim de se manterem competitivas.

A maioria das escolas “bandeira branca” não contam com a estrutura de atualização de material e treinamento de professores, tão importantes para a qualidade do ensino oferecido. Por outro lado, as franquias de escola de inglês possuem rígidos padrões de qualidade a serem seguidos, desde o material utilizado até o treinamento de professores, passando pelo monitoramento do nível dos alunos para se certificar que os mesmos estão de fato aprendendo.

Riscos ao contratar serviços
Além do ensino em si, quando se contrata uma prestadora de serviços, como um curso de inglês, há estrutura e segurança até mesmo nos meios de pagamento. Escolas maiores oferecem comodidade como boleto bancário e contratos confiáveis, com a segurança de que os direitos do consumidor serão respeitados e a garantia de que surpresas desagradáveis não aparecerão ao longo do curso – por exemplo, a escola fechar as portas.

Franquias de escola de inglês oferecem todo um aparato que garante ao consumidor que seu contrato será cumprido até o fim, além de disponibilizar uma estrutura física e de funcionamento padronizada nacionalmente. Tanto as metodologias quanto os processos internos são fruto de estudos, testes e aprimoramento, o que garante um ensino de qualidade e segurança ao contratar um serviço tão importante como o de educação, que é um verdadeiro investimento.

As escolas sérias de franquias têm parcerias com universidades estrangeiras, como Cambridge, Oxford, Michigan. Além disso, elas têm sua operação certificada pela Associação Brasileira de Franquias ABF.


            A arte dramática, ou simplesmente teatro, surgiu na Grécia Antiga, nos tempos de Platão e Aristóteles. Hoje, conhecemos por teatro aquele vindo do verbo grego “theastai”, que significa contemplar, ver ou olhar. A noção de representação está vinculada ao ritual mágico e primitivo do homem e é tão antiga quanto a sua concepção. Há teóricos que afirmam que o teatro nasceu quando o homem primitivo colocou e tirou a máscara diante do espectador, em um exercício consciente de simulação e representação, ou seja, do signo (OLIVEIRA, 1998).
No ensino, especialmente de línguas, ele vem sido largamente utilizado. A principal vantagem desta técnica é a promoção da interação em sala de aula, por meio de situações autênticas, facilitando o desenvolvimento da competência comunicativa do aluno, por meio da interação. Bygate (1987) afirma que esta resulta da simbiose entre o conhecimento e as capacidades motoro-perceptivas de se atingir a interação. Além disso, leva o aluno a refletir sobre o que dizer, como dizê-lo e como desenvolver a comunicação de acordo com as intenções em descuidar-se da relação interpessoal, possibilitando criar diversos contextos de criação.
O mesmo autor ainda afirma que a escolha do tema deve ser feita no início da atividade e geralmente está fora do controle dos alunos. O professor, com ou sem apoio do material didático, solicitará algo que seja pertinente à unidade estudada, lembrando que estamos em um contexto de abordagem comunicativa e ensino contextualizado. Rosa (2009) afirma que a forma como o tema é desenvolvido é a única parte que é controlada pelos ditos atores.
Durante a realização da tarefa, a negociação faz parte da tarefa. Ela acontece de duas maneiras. A primeira, chamada negociação do significado refere-se à capacidade de se comunicar de forma clara, utilizando um nível de clareza que seja pertinente à situação proposta. Já a segunda, denominada de negociação da gestão da interação diz respeito ao planejamento e troca de turnos durante a conversação e ao planejamento em si da atividade (ROSA, 2009).
No nível fonológico, a role-play auxilia o aluno a produzir e realizar fonemas em contextos específicos, além de distinguir traços fonéticos, passando por processos como a redução e a elisão. Segundo Bygate (1987), no nível sociolinguístico, ela contribui para o aluno praticar a negociação, bem como regras de polidez. Já no nível da pragmática, Richards e Rodgers (2010) afirmam que os aspectos mais importantes para serem trabalhados são a flexibilidade, a tomada da palavra, a coerência e coesão, a fluência na oralidade e a precisão proposicional. É importante ressaltar, segundo Rosa (2009) que o erro tem uma visão positiva: eles serão utilizados pelo professor para ensinar seus alunos, posteriormente.
Para Ladousse (1987), na role-play o aluno age como se fosse uma personagem. Prado apud Candido (2007) afirma que no teatro o personagem é o principal, pois sem ele não há história. O cenário é basicamente neutro, uma vez que “o teatro [fala do homem] através do próprio homem, da presença viva e carnal do ator”. Claro que não se considerou os alunos como atores profissionais, mas seus papeis dentro da atividade são bem próximos ao de um.
Ladousse (1987) considera que role-play é como uma espécie de simulação, tendo, porém, mais flexibilidade e proporcionando uma variação mais pessoal do exercício.  Esse tipo de atividade ainda coloca os alunos perante a uma série de condicionalismos que existem no mundo real, tal como o constrangimento, a motivação e a pressão (Ments, 1999:13). Vale ressaltar que esses condicionalismos tornam a atividade tão vantajosa numa sala de aula, por se aproximar do contexto real de comunicação. Ou, como nos afirma Rosa (2009: 24): “é o tubo de ensaio final da consolidação de uma aprendizagem”.
Ments (1999) seleciona uma série de vantagens ao se usar role-play. Segundo o autor, a primeira grande vantagem é que os alunos se sentem mais desinibidos e mais capacitados para participar das aulas. Assim, as aulas tornam-se mais dinâmicas e interativas. Em segundo lugar, a confiança do aluno aumenta, assim como a sua motivação. O aluno percebe um progresso mais natural, o que o faz perceber resultados. E em terceiro lugar, a aula perde o tom sério dos métodos tradicionais, tornando-a mais divertida e dividindo a responsabilidade de aprendizagem entre professor e aluno, bem nos moldes da abordagem comunicativa.
Todavia, Rosa (2009) ressalta algumas desvantagens, tais como alto tempo gasto e pode ser visto como uma atividade de entretenimento e não de aprendizagem. Em relação à primeira, acredita-se, com base nas experiências de sala de aula, que o tempo não é um fator tão desvantajoso como apresenta o autor, visto que se reduz o teacher’s turn e aumentado o student’s turn. Já em relação à outra assertiva, ela realmente ocorre e pode ser um empecilho no trabalho do professor, mas que não provoca nenhum prejuízo do ponto de vista pedagógico.
É importante ressaltar que role-plays são atividades de produção oral. No que diz respeito à expressão oral, o Plano Curricular do Instituto Cervantes (1994: 95) salienta que:
Aprender a expressar-se oralmente em uma língua estrangeira supõe poder comunicar a um interlocutor concreto, num momento determinado, aquilo que se pensa, necessita-se, etc., da forma mais adequada possível as expectativas do interlocutor e da situação comunicativa. (tradução nossa)

Pode-se estabelecer, de acordo com Pinilla Gomes (2004: 881), as características mais conhecidas e completas dos elementos que integram e condicionam as situações comunicativas:

S: Setting: ambiente, cenário.
P: Participantes.
E: Ends: Fins, intenções (objetivos, resultados).
A: Art characteristics: forma e conteúdo da mensagem.
K: Key: chave (forca ilocutiva) da mensagem e do tema.
I: Instrumentalities: canal e código.
N: Normas de interpretação.
G: Gênero: tipo de ato de fala.

Esses elementos são de suma importância para o desenvolvimento da expressão oral e a sua integração com outras habilidades. Considerando fala como um ato comunicativo complexo, temos que considerar em quais situações reais ela ocorre e quais elementos dela formam parte e é essa relação com a realidade que a role-play vem buscar para a sala de aula.
As atividades orais, nas quais as role-plays se encaixam, tem fases a serem seguidas para um uso mais eficiente. Segundo Ur (1996: 365), elas são:

1) Preatividade/s: de motivação; de conhecimento do tema, trabalho gramatical e de léxico prévio;
2) Exposição clara do/s objetivo/s da atividade e dos passos que devem ser seguidos para realizá-la;
3) Avaliação da atividade;
4) Postatividade/s: dedução das regras e prática dos conteúdos gramaticais, de léxico, jogos, etc.


         Essas etapas pressupõem um planejamento por parte do professor das atividades a serem desenvolvidas pelos alunos de maneira a auxiliá-los durante a sua realização, esclarecendo-lhes os reais objetivos de aprendizagem e a garantir o seu êxito.

Obs.: o presente artigo é uma tradução sintetizada do que foi publicado no Canadian Journal of Applied Linguistics, em 2014.


É visível que muitos alunos recorrem ao acompanhamento escolar no fim do terceiro bimestre, quando a situação já está bastante complicada e, a partir daí, começam a fazer muitas aulas para recuperar o tempo perdido. Dependendo do empenho do aluno, o resultado pode ser positivo ou não, devido à quantidade de conteúdo que ele terá que aprender e assimilar em tão pouco tempo.

Para se ter um resultado positivo e garantido, o ideal é que o aluno o qual já apresenta alguma dificuldade na escola faça aulas de acompanhamento escolar o ano inteiro. Desta forma, ele terá tempo de estudar no seu ritmo as matérias, além de também poder voltar aos conteúdos de outros anos ou de outros bimestres caso seja necessário.

Há várias escolas especializadas, com um bom custo-benefício. Além disso, elas oferecem professores específicos de cada área, o que ajuda na melhor compreensão do conteúdo.

Em muitos casos, as notas baixas são decorrentes de matérias que o aluno não aprendeu no passado. Por exemplo: um adolescente que não consegue compreender equação, porque nos anos iniciais não adquiriu os conhecimentos necessários sobre as contas básicas (adição, subtração, multiplicação e divisão). Ou um adulto que não escreve bem, pois não assimilou bem as regras de pontuação ou de coesão e coerência.

Ao fazer o acompanhamento o ano inteiro, o aluno ainda aprende a organizar o seu horário de estudos diários, bem como a estudar sempre e não apenas nas vésperas das provas.

Além disso, o professor que o acompanha verá as necessidades de reforço de conteúdo com listas de exercícios, de ampliar ou diminuir o tempo de estudo, e de, até mesmo, procurar um especialista em casos mais graves.












A imagem e o papel do professor estão em pleno desgaste. O professor tem uma missão grande, a de ser mediador da cultura e do conhecimento. Todavia, ele não tem muito apoio para operacionalizar seu trabalho. É difícil sintonizar sua ação com o cognitivo do aluno, lidar com casos de fracasso, além de ensinar além dos muros da escola. O mestre tem muitas obrigações, mas que professor é esse que tem muitos desafios e qual é a sua realidade? Como se sente em face às dificuldades?

A profissão docente dá a ideia de adoecer, de castigo, na qual se tem que assumir muitas coisas. Há muito desgaste, e muitas vezes, o professor acaba abrindo mão da própria vida pela sua profissão. Ele deixa de fazer muitas coisas, como esportes e atividades de lazer.

Do ponto de vista histórico, até a década de 1970, o professor não tinha nenhuma culpa no fracasso do aluno. Já nos anos 1980, temos alguns trabalhos em diversas áreas que vão desestabilizando alguns mitos e o aluno vai perdendo sua culpa. Os estudos psicogenéticos vão contribuindo para a mudança do papel do professor e da rotina da escola, levando essa instituição a ser culpada pelo fracasso. Para tentar suprir, mais conteúdo foi dado ao professor, tentando transformar a escola.

Na contemporaneidade, uma série de pesquisas mostra a complexidade da atuação do professor. Tem-se que considerar fatores intrínsecos (como o professor viveu a sua formação), extrínsecos (salário, local de trabalho), a profissionalização (formação inicial e continuada) e a profissionalidade (suas concepções acerca da carreira e constituição). A partir desses quatro eixos, o professor se constitui com uma base de visão de mundo e de cultura profissional. Ele tem que lidar com conhecimentos formais da sua disciplina, de educação e suas concepções sobre o mundo e a sua situação na relação com os alunos. Há saberes aprendidos e saberes vividos, com condições objetivas de trabalho e como ele se sente na escola e como lida com conflitos. Tudo isso gera uma situação de satisfação ou de insatisfação. É bastante comum a cena de um professor infeliz com o salário, mas feliz com o rendimento de seus alunos.

Como então exercer um trabalho transformador? O docente deve refletir, conhecer, viver e lutar. Ele deve querer transformar o seu trabalho, afirmar-se como sujeito do conhecimento e sujeito da ação, do realizador, que define caminhos e cria alternativas. Todavia, na prática, a realidade é bastante complexa no que tange os desafios. Temos dois grandes problemas: a difícil construção de um ensino de qualidade, além da desvalorização do ensino e o desinteresse dos jovens pelo magistério. Principalmente este último é uma grande fonte de desestímulo. Os jovens não querem mais serem professores.

A dimensão pessoal é um problema grande também. Falta-lhe autonomia e disposição e acumulam-se funções e frustrações. Muitos se sentem contra a maré, ou carregando um fardo muito pesado, apagando incêndios... É notória a desvalorização e não-contentamento dos docentes. Há possibilidade de se fazer mais, porém não tem como. A categoria não suporta mais o excesso e a falta de apoio.

Pelo que vemos, os professores começam suas carreiras com bastante entusiasmo, mas logo passa. Será que é possível desenvolver um bom trabalho dessa forma? Certamente, como professor, digo que não. Professor desconte, sem apoio e sem materiais é sinônima de aula ruim, chata, e nada instigante. Temos que lutar por melhores condições e não viver de sonhos. Devemos melhorar as condições de trabalho e, sobretudo, mudar o valor que se tem atribuído à educação. Temos que vê-la como construtora do saber e do progresso. Um dia chegaremos. Espero estar vivo até lá.


Primeiramente, temos que pensar que ambiente escolar. Como ele é constituído? Quem o constitui?

A comunidade escolar é formada por pais, alunos, professores, gestores e equipe de apoio. Eles trabalham por um bem maior, que é a educação de qualidade. É na escola que o jovem vai receber conhecimentos que o tornarão apto a se preparar para a vida, tanto para adentra-se em uma universidade, quanto para enfrentar o mercado de trabalho [pelo menos deveria!].

Neste espaço, existem regras que devem seguidas por todos. Elas o norteiam, possibilitando uma organização maior. Daí, inserimos dois conceitos nele: moral e ética. A primeira é formas de agir socialmente recomendadas, que são externas à concepção social. Já a segunda acontece no particular do aluno, pois sua adesão é voluntária e depende dele como ele vai agir em relação ao outro. Kant já dizia que a ética acontece no âmbito particular do indivíduo.

Também não se pode deixar de lado dois conceitos: cidadania e civilidade. Ambos são imprescindíveis para que o ambiente escolar se torne mais ético e mais moral para a realização dos trabalhos pedagógicos. Todos esses conceitos de ética, cidadania, moral e civilidade acontecem de maneira oculta na escola, ou seja, não é matéria de nenhuma disciplina, mas deveriam ser trabalhados de maneira transversal.

Por fim, temos que frisar a crise moral da escola. Principalmente por parte do alunado, não se tem o respeito necessário para bom andamento das atividades. Também, temos professores desmotivados, que têm que acumular uma carga grande de aulas, em vista do baixo salário, o que proporciona aulas sem muita qualidade. O professor também sofre com a forte concorrência das NTICs [Novas Tecnologias de Comunicação], que invadiram a sala de aula, atraindo mais ainda o aluno.

Acredita-se que seria necessário trabalhar mais o que hoje é currículo oculto, ética, cidadania, moral e civilidade e assim teríamos construção de alunos realmente cidadãos, uma das premissas básicas da LDB, capazes de atuar na sua sociedade.


Neste final de ano, é muito comum falarmos em férias e ouvir a seguinte frase:

"Chegou as férias hoje! O que fazer?"  (frase retirada do Twitter).

Há um erro bastante grave nesta frase. Você saberia dizer qual?

O erro está na concordância do verbo. Como "as férias" é o sujeito do verbo chegar, o certo é "Chegaram as férias", uma vez  que o verbo é intransitivo e não exige complemento.

Por isso, na hora de comemorar o momento tão esperado, não vamos cometer lapsos em português, hein?!

Bons estudos e boas férias!


Olá  caros amigos, como estão?
Neste domingo, será realizada a prova da Fuvest.
Está preparado? Não, veja as dicas e boa prova!


A palavra bullying é originada na língua inglesa e significa agressão sem motivação. Para o Dicionário Longman Contemporary English, é “to threaten to hurt someone or frighten them, especially someone smaller or weaker”, ou seja, ameaçar bater ou assustar alguém, especialmente por ser menor ou mais fraco. 

A seguir, o vídeo de um desabafo de alguém que já sofreu: 


As ações características são quase sempre humilhação, xingamento, agressão verbal ou agressão física. É um fenômeno social que começou a ser estudado na década de 1970 por Owells. Pesquisas revelam que 40,5% já vivenciaram na escola e 50% já foram alvo de ato de bullying. Ela acontece dentro e fora da sala de aula. entre os meninos, é mais comum a agressão física e entre as meninas a fofoca, ou gossips. 

Podemos definir como características a repetição, a intencionalidade, a falta de motivação, a preferência por uma vítima indefesa. Ele não é uma ação natural, mas intencional.

As vítimas geralmente são pessoas com pouca socialização, com dificuldade de reagir às agressões. Ou ainda, possuem alguma característica diferente, como um nariz acentuado, ou obesidade. Muitos agredidos se tornam agressores. Os agressores, por sua vez, são sujeitos que não gostam de normas, cometem pequenos delitos, são líderes, possuem baixo rendimento escolar, são agressivos e muito mentirosos. Já os espectadores se omitem, com medo de serem agredidos também. Mal sabem eles que estão alimentando a impunidade e aumentando a incidência.

Atualmente, se fala sobre cyberbulling. Ele é mais perigoso, por ser mais duradouro e pelo anonimato provocado na rede, além claro, da dificuldade de punição dos infratores. Acontece em maior escala entre os adolescentes, visto às mudanças da idade.

As conseqüências são sérias como a fobia do ambiente escolar, o isolamento social, o baixo rendimento, além de muitos transtornos afetivos.

Há possibilidade de intervenção, por meio de campanhas de conscientização, sensibilização da sociedade, ambiente de confiança ético na escola, apoio e proteção psicossocial às vítimas. Também inserir uma educação para a paz, estabelecer regras e limites e promover uma escola democrática são ações que coíbem as ações agressivas.


Olá pessoal, tudo bem?
Hoje sugiro uma atividade voltada para alunos avançados, nível C1 ou C2 do CEF.
A seguir posto dois vídeos. Ambos são de speeches de famosos, Martin Luther Bing e Barack Obama.

Assista-os e depois faça as atividades a seguir:





Questions
1> Both speeches talk albout the same idea. What is this idea?
2> Write an essay using the videos as a warm-up. You have to mention what they have in common and what the don't have in common. Write about 200 words.

Studying tips
No seguinte website, você encontra vários exercícios para treinar linking words e melhor seu texto! Bons estudos!

http://www.tolearnenglish.com/cgi2/myexam/liaison.php?liaison=_connecteur_


Olá tudo bem?

Esta semana posto uma música que está bem na moda e muita gente tem ouvido. É Last Friday Night da Katy Perry. Uma música bem bacana para revisar o Simple Past e para expandir o vocabulário relativo a festas e baladas.
É só completar com as palavras abaixo do título. A seguir, o vídeo e a atividade! Bons estudos!


Last Friday Night…Katy Perry


Pretty – danced – went - broke the law – Ended – Stranger – Minibar – Hickie – need – maxed – kicked out – kissed – towed – Flamingos – dress 

There's a _______ in my bed
There's a pounding in my head
Glitter all over the room
Pink _________ in the pool
I smell like a _______
DJ's passed out in the yard
Barbie's on the barbecue
There's a ______ or a bruise

Pictures of last night
_______ up online
I'm screwed
Oh well
It's a black top blur
But I'm ______ sure it ruled
Damn!


Last Friday night
Yeah we ______on tabletops
And we took too many shots
Think we ______ but I forgot


Last Friday night
Yeah we _______ our credit cards
And got _______ of the bar
So we hit the boulevard

Last Friday night
We _________ streaking in the park
Skinny dipping in the dark
Then had a menage a trois

Last Friday night
Yeah I think we _____________
Always say we're gonna stop-op
Whoa-oh-oah

This Friday night
Do it all again
This Friday night
Do it all again


Trying to connect the dots
Don't know what to tell my boss
Think the city ________ my car
Chandelier is on the floor
With my favorite party _______
Warrants out for my arrest
Think I _______a ginger ale
That was such an epic fail


(chorus)
T.G.I.F. (6 x)
(chorus)
This Friday night
Do it all again


Olá amigos, tudo bem?
O post de hoje é voltado para professores, sobretudo aqueles de língua inglesa.
Trago algumas referências na área de Metodologia e Prática de Ensino.

1. Approaches and Methods in Language Teaching - Richards and Rogers
O livro tráz uma ampla análise dos principais métodos e abordagens usadas no ensino de línguas estrangeiras.

2. Principles of Language Learning and Teaching - Brown
Outro clássico da área, traz uma visão bem ampla do que é ensinar e quais os pressupostos necessários para isso, análise de metodologias, métodos, psicologia. Bem completo.

3. How to teach English - Jeremy Harmer
Livro clássico também, é de uma leitura bem didática e agradável, com exercícios, abrangendo uma gama bem grande de conteúdos.

Lembrando que todos os links aqui postados foram encontrados na Internet, não sendo de responsabilidade deste blog. Os livros podem ser adaptados para qualquer outro idioma, utilizando as mesmas técnicas descritas.

Espero que contribua na sua formação continuada, caro professor. Quaisquer dúvidas, não êxite em perguntá-las!

Até breve!


Olá pessoal!
Este post foi sugerido por Bruno Salles, um grande amigo. Ele me perguntou sobre a palavra either.

Bom, para respondê-lo, fui buscar detalhes no livro Practical English Usage de Michael Swan, uma espécie de gramática de usos da língua inglesa. Swan (2007) lista alguns usos:

1.  o uso de either...or para falar sobre escolhas entre duas opções, como em I don’t speak either Japanese or Russian (eu não falo nem japonês nem russo);

2. Como determinante, ele significa “one or the other of two” (um ou outro de dois): You can came in August or September. Either months are OK for me. (Você pode vir tanto em agosto quanto em setembro. Estou de acordo com ambos meses.)

3. either of. Repare no exemplo: you can use either of the books. (você pode usar qualquer um dos livros).

4. Quando acompanhado de nome ou pronome significa ambos: If either of the men phones, tell them I’ll be this evening. (Se alguns dos homens ligarem, diga-os que eu estarei esta noite).

5. either side/ end significando “each” (cada): There are paintings in either walls of this bedroom. (Há quadros em cada parede deste quarto).

No seguinte endereço, há exercícios para praticar mais:
Lembrando que o contrário de either é neither.
Espero ter resolvido as suas dúvidas.

Se você tiver dúvidas de inglês, espanhol, francês ou português, basta mandá-las para icaro.luis@uol.com.br e terei o maior prazer em responder.

Bons estudos!


Se você é um Gleemaníaco como eu, certamente já deve ter ouvido a palavra geek /'gi:k/. Esse termo bem comum no inglês americano e informal é usado em peso pelo pessoal do high-school do seriado. Ele é usado para definir o famoso nerd, aquele sujeito que é considerado muito intelligent (inteligente) e geralmente não muito amigo de todos. 

O Longman Contemporary English nos adiciona:

- people who work with computers: user, programmer, web designer, IT person, software engineer, (systems) analyst, administrator, webmaster, helpdesk, techie (informal), geek disapproving (informal)
- someone who tries to break into a computer system: hacker, cracker
- things you do with your computer: start up/power up your computer

A imagem do geek é sempre associada ao do ser de óculos fundo de garrafa, roupas de pessoas idosas, usuário feroz de computador e leitor de muitos livros. O dicionário Advanced Learners da Cambridge fala ainda que ele nunca está na moda e é usualmente um homem tediante. Você pode ver bem no clipe Last Friday Night da Katy Perry. Ela é uma típitca geek nesta música e tem um parceiro...

Para estudarmos mais profundamente os geeks, vamos estudar a anatomia dessas pessoas que rondam sempre os laboratórios de informática:



Are you geek? Being or not, do what makes you happy!
(Vocé é um geek? Sendo ou não, faça aquilo que o deixe feliz!)

Bons estudos!


Here are ten questions to help you start speaking English. Each of these questions help to begin or continue a conversation. The questions are in two categories: Basic Facts and Hobbies / Free Time. There are also a number of questions that can help you continue the conversation after the first question.

Five Basic Facts
These five questions will help you get to know people. They are simple questions with simple answers and provide information so you can ask more questions.
What is your name?
Where do you live?
What do you do?
Are you married?
Where are you from?

More questions for ...
These questions help to continue the conversation after your first question.

"What is your name?"
It's a pleasure to meet you. Where are you from?
That's an interesting name. Is it Chinese / French / Indian, etc.?


"Where do you live?"
How long have you lived there? Do you like that neighborhood? Do you live in an apartment or house?

"What do you do?"
Which company do you work for?
How long have you had that job?
Do you like your job?
What's the best / worst thing about your job?
What do you like best / least about your job?

"Are you married?"
How long have been married?
Where did you get married?
What does your husband / wife do?
Do you have any children?
 
"Where are you from?"
Where is ....?
How long did you live there?
What is XYZ like?
Do you like living here?

Hobbies / Free Time
These questions will help you continue conversations and find out more about people's likes and dislikes.

What do you like doing in your free time?
Can you play tennis / golf / soccer / etc.?
What kind of films / food / vacations do you enjoy?
What do you do on weekends / Saturdays?

More questions for ...
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"What do you like doing in your free time?"
How often do you (listen to music, eat out in restaurants, etc.)?
Where do you (listen to music, eat out in restaurants, etc.) in this town?
Why do you like (listening to music, eating out in restaurants, etc.) so much?

"Can you play tennis / golf / soccer / etc.?"
Do you enjoy playing tennis /golf /soccer /etc.?
How long have you played tennis /golf /soccer /etc.?
Who do you play tennis /golf /soccer /etc. with?

"What kind of films / food / vacations do you enjoy?"
What's the best place to see /eat / go on vacations?
What's the best type of film /food / vacation, etc. in your opinion?
How often do you watch films / eat out / go on vacation?

"What do you do on weekends / Saturdays?"
Where do you go to ...?
Could you recommend a good place to (go shopping / take my children swimming / etc.)?
How long have you done that?

(Source: www.esl.about.com)


Asi como la lengua portuguesa, la lengua española también tiene muchas expresiones del cotidiano. Yo elegí algunos muy utilizados. Bueno estudio!

Ser un Empollón: esta expresión es jocosa y se usa para se burlar de una persona que pasa horas y horas estudiando. Ejemplo: Juan sacó el primer lugar en la prueba, es un empollón. En portugués seria o CDF.
Estar Hecho unos Zorros: se dice de cosas rotas o de una persona muy cansada. Ejemplo: Hoy trabajé en demasiado, estoy hecho unos zorros. En portugués sería: Hoje tô só o pó.
Ser el Espíritu de la Golosina: se dice de personas muy delgadas, o niños muy débiles que prefieren comer golosinas a comidas nutritivas. Ejemplo: María me parece ser un espíritu de la golosina, no come nada. En portugués sería: Ser um pau de virar tripa.
Ser un Pingo: se dice de mujeres muy promiscuas. Ejemplo: Esta chica es un pingo, ya está con el noveno novio… Em portugués sería: Mulher galinha ou piranha.
Andar Mal de la Azotea: estar loco. Ejemplo: Mi hijo anda muy mal de la azotea, una chica que le encantó es la culpada. En portugués sería: Ter uns parafusos a menos.
Empinar el Codo: beber en demasiado, sin moderación. Ejemplo: Ayer bebí hasta empinar el codo, tuve que tomar un táxi para ir a mi casa. En portugués sería: beber até cair, virar o caneco.


Esses dois verbos são falsos cognatos e sempre causam muita confusão. O verbo intend significa “pretender”. Por exemplo, I intend to travel next year (eu pretendo viajar no próximo ano).

pretend significa “fingir”. Exemplificando, He pretended to be someone different (ele fingiu ser alguém diferente).

Bons estudos!